Autor: Nathalia Teresa

  • Semana Global de boicote ao Carrefour

    Semana Global de boicote ao Carrefour

    Semana Global de Ação de Boicote de 18 a 24 de maio

    Ação esta sexta-feira 23/05 18h em frente ao Carrefour 512N

    Carrefour

    empresa imperialista e cúmplice do genocídio

    Tem parcerias com empresas sionistas que colonizam Gaza, com bancos, indústria armamentista e empresas de tecnologia responsáveis pelo genocídio e violações dos direitos humanos, está apoiando e oferecendo presentes e pacotes de apoio aos soldados genocidas sionistas.

    O genocídio em Gaza não é uma questão isolada. Ponta de lança do imperialismo, tem um suporte ideológico, econômico e militar e podemos influenciá-lo.

    A história nos ensinou que precisamos agir entrelaçando as nossas lutas e, para isso, identificamos os vínculos entre os opressores, colonizadores e genocidas.

    A luta pela libertação da Palestina não é alheia à luta do trabalhador brasileiro para acabar com a escala 6×1, à luta pelo direito à terra e ao território dos povos indígenas, à luta por justiça social e climática. São, definitivamente, instâncias nas quais lutamos por mais soberania popular – direito e poder de escolher sobre independência, vida além do trabalho, território , relação com a natureza.

    Exigimos que o governo aplique sanções ou rompa as relações com Israel, que os recursos do Brasil deixem de financiar o genocídio do povo palestino. Vamos continuar exigindo até que as rupturas aconteçam!

    O Carrefour encarna um dos pilares econômicos deste sistema podre.

    Só no Brasil, em 2025, seu faturamento foi de R$ 123,5 bilhões, o equivalente à previsão de despesas do orçamento de todo o Estado de Minas Gerais em 2024. Esses lucros se baseiam na exploração dos trabalhadores, dos povos indígenas e na destruição da Amazônia e do Cerrado. Apenas para a produção de carne: uma extensão equivalente a 1/3 da cidade de São Paulo, ameaçando os territórios ancestrais dos Uru-Eu-Wau-Wau, na Floresta Amazônia de Rondônia. Em parceria com a Bunge, a empresa também desmata no Cerrado e ameaça o povo Kaiowá.

    A mensagem do movimento BDS aos acionistas do Carrefour é simples: a cumplicidade com o genocídio e o apartheid não é apenas ilegal e antiética — também é ruim para os negócios.

    Participe da Semana Global de Ação do Boicote ao Carrefour do BDS, de 18 a 24 de maio:

    • Organize ou participe de ações locais para pressionar a multinacional francesa Carrefour a pôr fim à sua cumplicidade nos crimes de Israel.
    • Entrar em contato com as lojas locais, pressionando-as a rescindir o contrato de franquia com o Carrefour ou, pelo menos, a expressar à matriz suas preocupações sobre as exigências da campanha.
    • Amplie a campanha online usando a hashtag #BoycottCarrefour e marcando o CEO do Carrefour, Alexandre Bompard.
    • Intensificar os esforços de boicote dos consumidores.
  • TODO APOIO AO POVO BOLIVIANO EM LUTA CONTRA O FASCIMO E O PRESIDENTE SERVIÇAL DOS EUA

    TODO APOIO AO POVO BOLIVIANO EM LUTA CONTRA O FASCIMO E O PRESIDENTE SERVIÇAL DOS EUA

    (Transmitindo ao vivo para romper o cerco mediático em  https://youtube.com/live/68t05HZunrQ)


    O Comitê anti-imperialista General Abreu e Lima manifesta seu apoio ao povo boliviano que está em luta contra as medidas da extrema direita boliviana que ataca as conquistas obtidas ao longo de sua história.
    Desde o golpe de 2019, quando os EUA e os seus serviçais na região atacaram o resultado da eleição, vem se aprofundando as ações que buscam entregar às riquezas da Bolívia ao capital internacional.
    Com a divisão entre Evo Morales e Luis Arce, na eleição e 2025, foi possível o retorno dos agentes do imperialismo, levando o fascista Rodrigo Paz à presidência da Bolívia. Seu governo ataca duramente a os camponeses, povos indígenas e classe trabalhadora boliviana, com o aumento do preço do combustível, devido à eliminação do subsídio sem nenhuma medida de contingência, que tem provocado um agravamento da situação econômica da imensa maioria da população, eliminação do imposto sobre grandes fortunas, um memorando com os EUA sobre minerais críticos e terras raras, e a Lei 1720, que visava a apropriação de terras dos pequenos produtores pelos oligarcas latifundiários.
    A resposta tem sido a disposição de luta, com povos indígenas e camponeses que marcharam pelas estradas vindo do leste do país por quase um mês em direção à capital.
    A COB e a Federação Camponesa Túpac Katari reforçaram a mobilização, mostrando a força de um povo que não recua diante dos ataques do governo fascista. Eles conseguiram a revogação da 1720.
    Porém, foi apenas o começo, pois agora outros setores como professores e motoristas se juntaram aos manifestantes em protesto contra o governo.
    Manifestamos o apoio ao povo boliviano, que exige a revogação das medidas econômicas que agravam a situação da população e exigem a renúncia de Rodrigo Paz, serviçal do imperialismo.
    Somente a unidade, organização e mobilização permitem seguir o exemplo de Simon Bolívar, que tinha na Bolívia a sua terra preferida.
    Os ataques do imperialismo contra os povos na América Latina não impedem o avanço das lutas dos povos.
    Derrotar Rodrigo Paz é derrotar o entreguismo e o fascismo. Força à luta dos camponeses, povos indígenas e à classe trabalhadora boliviana.

    Viva o povo boliviano! Viva a resistência em pé de luta!

    SÓ O POVO SALVA O POVO.